23.4.13

Manual de Regras (1)

Cada cabeça, sua sentença.

Reservoir Dogs (1992)
Cães Danados, Quentin Tarantino

20.4.13

Bandas Sonoras (5)

Empire of the Sun (1987), Steven Spielberg


Quase vinda de outro mundo, de outra dimensão, esta música, de seu nome Suo Gan, atravessa-nos de um ao lado ao outro, por inteiro, atingindo-nos em cheio. A única dúvida que poderá existir é se a mesma, e toda a respectiva banda sonora, está em sintonia e no mesmo patamar do filme. A resposta não poderia ser mais conclusiva - está com toda a certeza. Daquelas faixas (e daqueles momentos) para mais tarde recordar, e, porque não, para se guardar para sempre.

14.4.13

5 Grandes Filmes de Terror (4)


Nosferatu, eine Symphonie des Grauens (1922)
Nosferatu, o Vampiro, F.W. Murnau

Dracula (1931)
Drácula, Tod Browning e Karl Freund

Vampyr (1932)
Vampiro, Carl Theodor Dreyer

Nosferatu: Phantom der Nacht (1979)
Nosferatu, o Fantasma da Noite, Werner Herzog

Let the Right One In (Låt den rätte komma in) (2009)
Deixa-me Entrar, Tomas Alfredson

por Jorge Teixeira e Pedro Teixeira

11.4.13

À Pergunta da Resposta (1)

Pergunta:
Um filme que nos mostre que só quando perdemos as pessoas que amamos é que compreendemos o quão importantes são elas?

Resposta:
(na resposta à questão está uma palavra a reter)

(na resposta à questão estão duas palavras a reter)

(na resposta à questão está um nome a reter)

Pergunta:
Um filme que nos mostre que só quando perdemos as pessoas que amamos é que compreendemos o quão importantes são elas?

Resposta:
A resposta está nas pistas ou no que elas sugerem.
Adivinha qual o filme?
(soluções posteriormente nos comentários)

(os textos e as publicações envolvidas nas pistas são de consulta e leitura obrigatória)

10.4.13

Cenas (3)

Mar Adentro (2004), Alejandro Amenábar


Magnífico momento ou magnífica viagem aos confins interiores e exteriores da humanidade. De facto, por vezes é com o movimento e uma certa liberdade em percorrer um caminho que se dá uma revelação, e com isso uma abertura de espírito, que é tão necessária a quando de dificuldades ou simples limitações. Se no cômputo geral estamos perante uma divagação, um delírio pujante e denunciado, em particular, estamos na presença de uma escapatória, de uma fuga à realidade e, portanto, da consciencialização terrível e palpável. Este excerto aqui referenciado não é mais que um episódio, musicalmente acutilante, poderoso, abismal e fracturante de todos estes aspectos.

Inocente e criminosa ao mesmo tempo, a cena oferece-nos uma combinação de enquadramentos com movimentos de câmara num plano-sequência delicioso. Pode-se dizer que ainda há uma contaminação da vida quotidiana do lar pela natureza e pelo ar puro. É, pois por isto e muito mais, para ver e apreciar, seguir e contemplar, ou, simplesmente, olhar e deixarmo-nos levar. Quanto maior o salto, maior a queda, é certo, mas também é verdade que sem o salto ou o sonho que possibilita o mesmo, nunca haverá motivo, ambição, objectivo e esperança num dia melhor.